
A inteligência artificial e a automação já não são apenas tendências. Elas estão entrando nos processos produtivos, na tomada de decisões e no desenvolvimento de novos produtos.
Para a indústria, isso significa uma mudança importante: profissionais precisam combinar conhecimento técnico com capacidade de analisar problemas, trabalhar com novas tecnologias e tomar decisões baseadas em dados.
A CNI aponta a inteligência artificial, a automação e a análise de dados entre as transformações que estão redefinindo o trabalho e criando novas necessidades de qualificação.
Nesse cenário, a formação em Engenharia ganha uma nova dimensão.
Rafael Perin, egresso de Engenharia Mecânica, empreendedor e gestor da Telefone Mania, destaca competências que ultrapassam o conhecimento técnico:
“A FAHOR foi fundamental para o meu crescimento profissional. Durante a graduação, desenvolvi não apenas a base técnica necessária para compreender sistemas, processos e projetos complexos, mas também habilidades analíticas e de resolução de problemas que aplico diariamente no meu trabalho.”
Ele também destaca a importância de aprender a tomar decisões:
“A Faculdade me ensinou a pensar de forma estruturada, a buscar eficiência e a tomar decisões baseadas em dados — competências que se tornaram diferenciais em todas as áreas em que atuo.”
É justamente essa combinação que aproxima a Engenharia do futuro.
Na Engenharia de Controle e Automação, tecnologia e sistemas inteligentes estão no centro da formação. Na Engenharia Mecânica, novos recursos digitais transformam projetos, manufatura e desenvolvimento de produtos. Na Engenharia de Produção, dados e automação ajudam a redesenhar processos e aumentar a produtividade.
A tecnologia muda rapidamente. Por isso, mais importante do que aprender uma ferramenta específica é desenvolver a capacidade de aprender continuamente e aplicar conhecimento para resolver problemas reais.