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A indústria brasileira vive 2026 diante de um cenário de transformação. A CNI revisou recentemente sua projeção de crescimento da indústria para 2,1% em 2026, enquanto a expectativa para a indústria de transformação passou de 0,3% para 0,6%.

Mas o desafio da indústria não é simplesmente produzir mais.

É produzir melhor.

Automação, inteligência artificial, análise de dados, novos processos e busca por eficiência estão mudando a maneira como as empresas produzem. A própria CNI aponta que a automação e a IA estão criando novas profissões e exigindo novas competências.

Quem vive essa transformação reconhece o valor da formação conectada à realidade industrial.

Marcos Bianchi, engenheiro de Manufatura da John Deere Brasil em Horizontina, lembra:

“As aulas práticas e a proximidade com a indústria local também foram cruciais para a formação. Fui um dos primeiros integrantes do BAJA, que também nos ajudou a pôr em prática as cadeiras técnicas.”

Para Maiara Storck, egressa de Engenharia de Produção, a formação também abriu portas para experiências que ultrapassaram a sala de aula:

“A FAHOR sempre me motivou a buscar o novo — aprender inglês, fazer intercâmbio, experimentar. Foi na Faculdade que comecei a sonhar mais alto, e isso me trouxe até a Nova Zelândia, do outro lado do mundo — podendo hoje atuar na minha área como engenheira de produção.”

Esse cenário também envolve diferentes especialidades.

A Engenharia de Produção atua diretamente sobre processos, produtividade e eficiência. A Engenharia Mecânica está ligada a máquinas, equipamentos e sistemas. A Engenharia de Controle e Automação conecta produção e tecnologia. A Engenharia Química participa de processos industriais, materiais, energia e transformação de matérias-primas.

A indústria que cresce é também uma indústria que precisa se transformar.

E essa transformação exige profissionais capazes de entender processos, dominar tecnologias e encontrar maneiras melhores de fazer as coisas.