
O investimento não termina quando o recurso é anunciado. Entre uma decisão de investimento e seu impacto na economia existe uma cadeia de análises, projetos, planejamento, execução e acompanhamento.
Para 2026, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) estima investimentos de R$ 300 bilhões em infraestrutura no Brasil. Além disso, a CBIC aponta um pipeline de cerca de R$ 280 bilhões em concessões e PPPs para o ano.
Esse movimento amplia a importância de profissionais capazes de compreender diferentes dimensões de um projeto.
O engenheiro transforma necessidades em soluções técnicas. O economista interpreta cenários, mercados, riscos e oportunidades. Profissionais de Produção, Mecânica, Automação e Química contribuem para que essas soluções sejam viáveis, eficientes e competitivas.
Para Matheus Reschke, egresso de Ciências Econômicas da FAHOR e atualmente Equities & Derivatives Sales Trader na XP Investimentos, a formação teve impacto direto nessa preparação:
“A formação em Ciências Econômicas na FAHOR foi fundamental para o meu crescimento profissional. Foi lá que desenvolvi competências essenciais como pensamento analítico, visão de mercado e senso crítico.”
Na Engenharia Mecânica, Dartanian Marmitt, gerente de Engenharia de Manufatura na Planti Center, também destaca a integração entre conhecimento e aplicação:
“A formação em Engenharia Mecânica pela FAHOR foi um divisor de águas na minha trajetória. A integração entre teoria e prática despertou em mim a paixão por inovar, buscar melhorias contínuas e liderar com propósito.”
Em um ciclo de investimentos, o desenvolvimento não acontece de forma isolada. Ele depende de profissionais capazes de analisar, planejar, executar e tomar decisões.
É nesse encontro entre conhecimento técnico e visão estratégica que diferentes formações se tornam essenciais para o desenvolvimento.
Na FAHOR, esse caminho passa pelas Engenharias Mecânica, de Produção, de Controle e Automação e Química, além de Ciências Econômicas.