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COMISSÃO
PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
- CPA
PROJETO
DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
INTRODUÇÃO
Com a missão de promover a formação
acadêmica e tecnológica, habilitando
e qualifi-cando profissionais éticos, com
visão crítica, sistêmica,
interativa e empreendedora, para servir na comunidade,
a Faculdade Horizontina - FAHOR, como instituição
de ensino superior, tem o compromisso com a qualidade
do ensino, o desenvolvimento do conhecimento e
da tecnologia, sendo estes, uma busca constante
além de corresponder às expectativas
de uma sociedade sustentável.
Tem-se presente que a avaliação
institucional é um processo permanente,
de contínuo aperfeiçoamento do desempenho
de todos aqueles que fazem parte da instituição
desenvolvido, por membros internos e externos
da comunidade acadêmica , e de prestação
de contas à socie-dade sobre as atividades
desenvolvidas pela mesma, constituindo-se em um
elemento vital para o seu desenvolvimento e uma
ferramenta importante que deverá ser utilizada
com os objetivos de melhorar os projetos e ampliar
os conhecimentos com vistas ao planejamento das
ações futu-ras para alcançar
os objetivos institucionais programados.
O primeiro projeto de Avaliação
Institucional da FAHOR foi elaborado em 2003 tendo
como órgão coordenador do processo
uma Comissão Interna de Avaliação
– CAI, formada por representantes de todos
os segmentos da comunidade acadêmica, entretanto
sua implementa-ção não passou
da fase de sensibilização.
Apesar da pouca experiência na realização
de avaliação institucional, apresenta-se
o presente documento que se constitui do projeto
de Avaliação Institucional da Faculdade
Horizon-tina – FAHOR, localizada no município
de Horizontina, Estado do Rio Grande do Sul, criado
em substituição ao Projeto de Avaliação
elaborado no ano de 2003, tendo como pressupostos
as re-comendações formuladas pelo
Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES,
instituído pela Lei nº 10.861, de
14 de abril de 2004.
Espera-se que este projeto sirva não só
como ferramenta de medição de desempenho,
mas, sobretudo, como um elemento impulsionador
de mudanças positivas em todo o âmbito
da instituição, que seja capaz de
oportunizar a discussão e o favorecimento
dos processos de ensi-no e aprendizagem além
de influenciar todas as ações emanadas
do ambiente institucional.
O presente projeto apresenta-se 7 partes: na primeira
é feito um breve relato sobre a Faculdade
Horizontina, na segunda parte uma breve justificativa
é feita sobre a necessidade da implantação
do processo de avaliação no âmbito
da instituição. Já, na terceira
parte são defini-dos os objetivos, geral
e específicos, do processo de avaliação
institucional sendo complemen-tado na quarta parte
com a apresentação das linhas mestras
do mesmo processo.
A quinta parte do presente projeto, é dedicada
à definição das dimensões
que deverão ser consideradas no processo
de avaliação, que, de certa maneira
são as mesmas apresentadas pela Lei do
SINAES. A Metodologia do processo de auto-avaliação
está descrita na sexta parte e, finalmente,
a sétima parte, foi destinada à
apresentação do Cronograma de execução
do pro-cesso de avaliação da Faculdade
Horizontina.
1. A INSTITUIÇÃO
Com a missão de promover a formação
integral do educando e atendendo aos anseios da
comunidade de Horizontina e região, em
dezembro de 1999, o Colégio Frederico Jorge
Lo-gemann lançou o projeto para a instituição
da Faculdade Horizontina – FAHOR. No ano
de 2001 foi credenciada a FAHOR e autorizado o
funcionamento do curso de Engenharia Mecânica
com cinqüenta vagas anuais tendo realizado
seu primeiro processo seletivo em janeiro de 2002.
A FAHOR está localizada na região
Fronteira Noroeste do Estado do Rio Grande do
Sul, onde a economia básica desenvolve-se
a partir da atividade agropecuária, industrial,
comercial e de serviços. Sua infra-estrutura
e os serviços de apoio administrativo são
em parceria com o Co-légio Frederico Jorge
Logemann, instituição educacional
também mantida pela Instituição
Sino-dal de Assistência, Educação
e Cultura (ISAEC), uma entidade filantrópica
e educacional sem fins lucrativos declarada de
utilidade pública pelo Governo Federal
pelo Decreto nº 79.185, de 03/10/72, publicado
no Diário Oficial da União de 04/10/72.
A ISAEC mantém estrito relacionamento com
a Igreja Evangélica de Confissão
Luterana do Brasil (IECLB), com sede na cidade
de Porto Alegre-RS. A IECLB é uma entidade
religiosa que mantém fortes laços
econômicos, nacionais e internacionais.
É uma das Igrejas membros fundadores do
CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs)
e integra também a Federação
Lu-terana Mundial (FLM) e o Conselho Mundial de
Igrejas (CMI), ambas com sede em Genebra, na Suíça.
Dentre as entidades mantidas pela ISAEC constam
15 instituições, todas ligadas às
ati-vidades educacionais e culturais. São
elas: Lar da Igreja, localizada em Panambi/RS;
Colégio Sinodal, localizado em São
Leopoldo/RS; Escola Superior de Teologia, localizada
em São Leo-poldo/RS; Centro Educacional
Assistência Indígena, localizada
em Tenente Portela/RS; Escola Evangélica
Divino Mestre, localizada em São Leopoldo/RS;
Colégio Frederico Jorge Logemann, localizado
em Horizontina/RS; Escola de 1º e 2º
Graus Sete de Setembro, localizado em Não-Me-Toque/RS;
Escola Evangélica Rui Barbosa, localizada
em Giruá/RS; Escola Evangélica Tira-dentes,
localizada em Campo Bom/RS; Escola Sinodal Visconde
de Porto Seguro, localizada em Ibirubá/RS;
Escola Evangélica Barão do Rio Branco,
Candelária/RS; Colégio Evangélico
Augusto Pestana, localizado em Ijuí/RS;
Escola Evangélica Roca Sales, localizada
em Roca Sales/RS; Escola Evangélica Duque
de Caxias, localizada em Sapiranga/RS; Escola
Sinodal Rui Barbosa, localizada em Carazinho/RS
e FAHOR – Faculdade Horizontina, localizada
em Horizontina/RS.
Baseada em sua missão e na visão
definida no Planejamento Estratégico, a
FAHOR destina-se a atuar em atividades de ensino,
extensão e pesquisa em tecnologia, com
vistas ao desenvolvimento regional sustentável,
cujo componente marcante é o Agronegócio.
Princípio Educacional da FAHOR
Desenvolvimento de suas atividades de ensino,
pesquisa e extensão, num contexto glo-balizado,
onde significativos conhecimentos teóricos
e tecnológicos constituem-se como aporte
para a habilitação e qualificação
de seus egressos, a formação continuada
e a promoção do de-senvolvimento
sustentável.
Missão
Promover a formação acadêmica
e tecnológica, habilitando e qualificando
profissionais éticos, com visão
crítica, sistêmica, interativa e
empreendedora, para servir na comunidade.
Visão
Ser um centro reconhecido nacionalmente pela excelência
educacional e tecnológica no setor do agronegócio,
integrado à rede SINODAL de Educação
e de referência na formação
de lideranças empreendedoras.
Perfil do egresso
Significativo conhecimento científico,
tecnológico e humanístico, que capacita
ao indiví-duo o exercício profissional,
sendo empreendedor e pró-ativo, com visão
crítica, interdisciplinar e sistêmica,
considerando os aspectos políticos, econômicos,
sociais e ambientais, a partir da ética
e do comprometimento com a qualidade de vida.
Objetivos
gerais da instituição
a) Promover e desenvolver o ensino, a extensão
e a pesquisa na área do agronegócio
como aporte de conhecimento tecnológico
sustentável;
b) Fomentar a cultura e a socialização
do conhecimento através da promoção
de even-tos técnico-científicos,
de publicações em revistas científicas,
da participação em congressos, seminários
e outros;
c) Constituir espaços de desenvolvimento
científico e tecnológico;
d) Estimular a formação profissional
continuada;
e) Promover a educação integral,
desenvolvendo o conhecimento científico,
tecnológico e humanístico.
Cursos de graduação
Os cursos de graduação ora existentes
são os seguintes:
a) Engenharia Mecânica – ênfase
em máquinas agrícolas;
b) Engenharia de Produção;
c) Economia – ênfase em agronegócio.
Obs.: Para todos os cursos são oferecidas
50 vagas anuais no período noturno.
2.
JUSTIFICATIVA
A
par da necessidade de adequação
aos pressupostos estabelecidos pelo Sistema Na-cional
de Avaliação da Educação
Superior – SINAES, instituído pela
Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, pode-se
relacionar uma série de fatores que servem
de justificativa para realização
de um processo de Avaliação Institucional.
As IES envolvem vidas humanas e espaços
profissionais onde o contexto sócio-econômico,
não permitindo ações administrativas
e pedagógicas sem planejamento, pois exis-tem
muitas variáveis intervenientes que podem
determinar o sucesso ou fracasso institucional.
A avaliação é a única
maneira de realimentar o processo de planejamento
institucional e corrigir distorções
visando o atendimento do que estabelece a missão
de uma instituição.
Por sua natureza filantrópica, a Faculdade
Horizontina tem intrinsecamente o compro-misso
social de promover o desenvolvimento e a melhoria
contínua da qualidade de vida nos sis-temas
em que está inserido. O processo de avaliação
é fundamental para identificar o grau de
comprometimento e envolvimento com essas demandas
na sua região de inserção.
Como resultado do crescente número de novas
IES que surgiram nos últimos anos, há
que se reconhecer a necessidade de se ser cada
vez mais competitivo. Conhecer o mercado e estar
atento às suas transformações
bem como buscar corresponder às expectativas
da clientela é fator determinante para
o sucesso. A identificação de pontos
fracos, através da auto-avaliação,
e sua eliminação, resultam em melhoria
da qualidade dos serviços prestados favorecendo
as condições de enfrentamento neste
mercado cada vez mais exigente.
O processo de avaliação é
uma oportunidade de verificação
qualitativa e/ou quantitativa sobre:
- atendimento aos objetivos propostos no planejamento
das ações institucionais;
- a coerência das políticas e diretrizes
institucionais com a prática efetivada
no dia a dia da instituição;
- a satisfação das expectativas
da população envolvida no processo;
- os avanços conquistados nas áreas
de atuação da instituição;
- os pontos críticos do processo onde merecem
atenção e controle sistemático;
- o planejamento e organização orçamentária
para viabilizar economicamente a institui-ção.
Há que se reconhecer o momento histórico
por que passa o Ensino Superior no Brasil. A busca
de um diagnóstico mais consistente, mais
preciso e que aponte com clareza as deficiên-cias
dessa área educacional só será
possível com a participação
de todas as IES e das comuni-dades nas quais estas
estão inseridas.
É notória a necessidade de qualificação
dos quadros docentes assim como das demais dimensões
que compõem a estrutura das nossas IES,
porém, em âmbito interno, é
urgente que se tenha clareza de nossas potencialidades
e de nossos limites e isso só será
possível a partir de um processo de auto-conhecimento
que seja capaz de diagnosticar o real estado em
que se encontra cada setor, cada participante
para transformá-los em agentes de transformação.
3.
OBJETIVOS
Os
objetivos do processo de avaliação
da Faculdade Horizontina são os seguintes:
3.1 OBJETIVO PRINCIPAL
Promover a Avaliação Institucional
da Faculdade Horizontina – FAHOR, através
de um processo dinâmico, interativo, contínuo
e sistemático em consonância com
as recomendações formuladas pelo
Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES,
instituído pela Lei nº 10.861, de
14 de abril de 2004.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Estruturar uma base de dados, disponibilizando
aos interessados informações sobre
a Instituição;
- Realizar a sondagem sobre as condições
de oferta de cursos e demais serviços pres-tados
pela FAHOR considerando as várias dimensões
apresentadas no presente projeto;
- Estruturar o diagnóstico situacional;
- Comparar os resultados obtidos com o planejamento
estratégico 2002 da FAHOR e seu respectivo
PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional,
identificando: objetivos e me-tas atingidas, potencialidades
e ameaças, necessidades de re-planejamento
e re-direcionamento de ações com
previsão orçamentária para
suprimento dos objetivos estabe-lecidos;
- Executar o planejamento e a reavaliação
do processo;
- Manter de forma constante o processo de auto-avaliação
institucional, visando à me-lhoria contínua
do processo ensino-aprendizagem, pesquisa e extensão.
4.
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - FAHOR
Tendo
por base o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior – SINAES,
insti-tuído pela Lei nº 10.861, de
14 de abril de 2004 que se fundamenta na necessidade
de promover a melhoria da qualidade da educação
superior, a orientação da expansão
da sua oferta, o au-mento permanente da sua eficácia
institucional, da sua efetividade acadêmica
e social e, especi-almente, do aprofundamento
dos seus compromissos e responsabilidades sociais,
o projeto de avaliação da FAHOR
prevê duas etapas principais: a auto-avaliação
institucional que deverá ser coordenada
por sua Comissão Própria de Avaliação
– CPA; e a avaliação externa
que de-verá ser realizada por comissões
designadas pelo INEP.
Obviamente as duas etapas mencionadas se complementam.
A auto-avaliação identifi-cará
os pontos fracos e as potencialidades da instituição
traduzido em um relatório amplo e deta-lhado,
já, a avaliação externa ajudará
na identificação de acertos e equívocos
resultantes da au-to-avaliação.
Outras duas modalidades de instrumentos de avaliação
deverão ser consideradas quais sejam: a
Avaliação dos Cursos de Graduação
(ACG) e o Exame Nacional de Avaliação
de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
4.1 AUTO-AVALIAÇÃO
Conforme o documento Roteiro da Auto-Avaliação
Institucional - orientações gerais,
produzido pelo MEC, “a avaliação
interna ou auto-avaliação tem como
principais objetivos pro-duzir conhecimentos,
pôr em questão os sentidos do conjunto
de atividades e finalidades cum-pridas pela instituição,
identificar as causas dos seus problemas e deficiências,
aumentar a consciência pedagógica
e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo,
for-talecer as relações de cooperação
entre os diversos atores institucionais, tornar
mais efetiva a vinculação da instituição
com a comunidade, julgar acerca da relevância
científica e social de suas atividades
e produtos, além de prestar contas à
sociedade”.
Concordando com a afirmação exposta
no parágrafo anterior, as principais característi-cas
do processo de auto-avaliação institucional
da FAHOR serão a continuidade e a participação
de toda comunidade acadêmica. Isso será
possível com o envolvimento de todos os
setores li-gados à Instituição
e que participam de maneira ativa da sua vida.
A auto-avaliação da Faculdade Horizontina
terá como requisitos:
- existência de uma equipe de coordenação;
- participação dos integrantes da
instituição;
- compromisso explícito por parte dos dirigentes
em relação ao processo avaliativo;
- informações válidas e confiáveis;
- uso efetivo dos resultados.
Para atender aos requisitos, o processo de auto-avaliação
será coordenado pela CPA e deverá
ser desenvolvido segundo as seguintes etapas:
a – preparação; b –
desenvolvimento; c – consolidação.
a – Preparação
A etapa de preparação é composta
de três eventos principais: constituição
da CPA; pla-nejamento; sensibilização.
a.1 - Constituição da CPA
Atendendo a lei do SINAES (Lei 10.861, de 14 deabril
de 2004) em seu artigo 11, foi constituída
a Comissão Própria de Avaliação
da FAHOR e feito seu registro junto ao INEP. Suas
atribuições e composição
obedecem ao que predispõe a Portaria do
Ministério de Estado de E-ducação
de número 2.051 de 9 de julho de 2004.
As atribuições que são conferidas
à CPA são de coordenar os processos
internos de a-valiação de avaliação,
sua sistematização e prestação
de informações quando solicitadas
pelo INEP, sendo preservada a sua autonomia em
relação a conselhos e órgãos
colegiados da instituição.
A CPA da FAHOR é composta por representantes
da comunidade acadêmica e também
da sociedade civil organizada tendo a seguinte
formação:
- Representante dos alunos: 1 membro indicado
pelo Diretório Acadêmico;
- Representante dos professores: 1 membro escolhido
pelos seus pares;
- Representante dos funcionários: 1 membro
escolhido pelos seus colegas de trabalho;
- Representante da Associação Comercial,
Industrial e Agropecuária de Horizontina:
1 membro indicado pela instituição;
- Representante dos Sistemistas do Setor Metal
mecânico de Horizontina: 1 membro in-dicado;
- Representante da John Deere Brasil: 1 membro
indicado;
- Representante das coordenações
de cursos: 1 membro escolhido entre seus pares.
A Comissão Própria de Avaliação
terá seu funcionamento regrado pelo seu
regulamento próprio que deverá ser
elaborado pela mesma.
a.2 - Planejamento
O planejamento tem como resultado o presente projeto
de avaliação. Este foi elaborado
envolvendo todos os setores da comunidade acadêmica.
a.3 - Sensibilização
A sensibilização que tem como principal
objetivo a busca do envolvimento da comunida-de
acadêmica na construção da
proposta avaliativa, foi e será desenvolvida
por meio da realiza-ção de reuniões,
palestras, seminários entre outros.
b – Desenvolvimento
Etapa que se caracteriza pela concretização
das atividades planejadas como, por exem-plo,
as listadas a seguir:
- realização de reuniões
ou debates de sensibilização;
- sistematização de demandas/idéias/sugestões
oriundas destas reuniões;
- realização de seminários
internos para: apresentação do SINAES,
apresentação da proposta do processo
de avaliação interna da IES, discussões
internas e apresentação das sis-tematizações
dos resultados e outros;
- definição da composição
dos grupos de trabalho, atendendo aos principais
segmentos da comunidade acadêmica (avaliação
de egressos e/ou dos docentes; estudo de evasão
etc);
- construção de instrumentos para
coleta de dados: entrevistas, questionários,
grupos focais e outros;
- definição da metodologia de análise
e interpretação dos dados;
- definição das condições
materiais para o desenvolvimento do trabalho:
espaço físico, docentes e técnicos
com horas de trabalho dedicadas a esta tarefa
e outros;
- definição de formato de relatório
de auto-avaliação; definição
de reuniões sistemáticas de trabalho;
- elaboração de relatórios;
e
- organização e discussão
dos resultados com a comunidade acadêmica
e publicação das experiências.
c – Consolidação
Etapa designada à elaboração,
divulgação e análise do relatório
final. Contempla, tam-bém, a realização
de um balanço crítico do processo
avaliativo e de seus resultados em termos da melhoria
da qualidade da instituição.
c1 - Relatório
O relatório final expressa o resultado
do processo de discussão, de análise
e interpreta-ção dos dados advindos,
principalmente, do processo de auto-avaliação.
Este deverá também incorporar, os
resultados da avaliação de cursos
(ACG) e de desempenho de estudantes (ENADE). Os
destinatários do relatório são
os membros da comunidade acadêmica, os avaliado-res
externos e a sociedade.
c2 - Divulgação
A divulgação compreende a apresentação
pública e a discussão dos resultados
alcan-çados nas etapas anteriores. Deverão
ser utilizados, tais como: reuniões, documentos
informati-vos (impressos e eletrônicos),
seminários e outros. A divulgação
deve propiciar, ainda, oportuni-dades para que
as ações concretas oriundas dos
resultados do processo avaliativo sejam torna-das
públicas à comunidade interna.
c3
- Balanço crítico
Atividade destinada à uma reflexão
sobre o processo de avaliação. Assim,
uma análise das estratégias utilizadas,
das dificuldades e dos avanços apresentados
permitirá planejar ações
futuras.
4.2
AVALIAÇÃO EXTERNA
A avaliação externa deverá
ser realizada por comissões designadas
pelo INEP, segundo diretrizes estabelecidas pela
CONAES. Essas comissões de especialistas
externos à instituição, além
de contribuir para o auto-conhecimento aperfeiçoamento
das atividades desenvolvidas pela IES, também
traz subsídios importantes para a regulação
e a formulação de políticas
educacio-nais.
A comissão de avaliadores externos terá
acesso aos documentos e às instalações
da instituição com o objetivo de
obter informações adicionais para
que o processo seja o mais com-pleto, rigoroso
e democrático possível. A comissão
deverá receber o relatório de auto-avaliação
e outras informações da IES oriundas
de outros processos avaliativos (dados derivados
do Cen-so e Cadastros da Educação
Superior, do ENADE, da Avaliação
das Condições de Ensino, de Relatórios
CAPES, Currículos Lattes), bem como entrevistas
e outras atividades realizadas.
5.
DIMENSÕES DA AUTO-AVALIAÇÃO
As
dimensões a serem consideradas no processo
de auto-avaliação da Faculdade Hori-zontina
serão as mesmas estabelecidas pela Lei
nº 10.861/04 em seu artigo 3º. Deverão
ser considerados todos os tópicos dos núcleos
básicos e comuns e alguns selecionados
dentro dos núcleos de temas optativos que
são os seguintes:
5.1 - a missão e o Plano de Desenvolvimento
Institucional;
5.2 - a política para o ensino, a pesquisa,
a pós-graduação, a extensão
e as respectivas normas de operacionalização,
incluídos os procedimentos para estímulo
à produção acadêmica,
as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
5.3 - a responsabilidade social da instituição,
considerada especialmente no que se refe-re à
sua contribuição em relação
à inclusão social, ao desenvolvimento
econômico e social, à de-fesa do
meio ambiente, da memória cultural, da
produção artística e do patrimônio
cultural;
5.4 - a comunicação com a sociedade;
5.5 - as políticas de pessoal, de carreiras
do corpo docente e corpo técnico-administrativo,
seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional
e suas condições de trabalho;
5.6 - organização e gestão
da instituição, especialmente o
funcionamento e representati-vidade dos colegiados,
sua independência e autonomia na relação
com a mantenedora, e a par-ticipação
dos segmentos da comunidade universitária
nos processos decisórios;
5.7 - infra-estrutura física, especialmente
a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação;
5.8 - planejamento e avaliação,
especialmente em relação aos processos,
resultados e eficácia da auto-avaliação
institucional;
5.9 - políticas de atendimento aos estudantes;
5.10 - sustentabilidade financeira, tendo em vista
o significado social da continuidade dos compromissos
na oferta da educação superior.
5.1
A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional
Tópicos a serem considerados:
- Finalidades, objetivos e compromissos da instituição,
explicitados em documentos ofi-ciais.
- Concretização das práticas
pedagógicas e administrativas e suas relações
com os ob-jetivos centrais da instituição,
identificando resultados, dificuldades, carências,
possibilidades e potencialidades.
- Características básicas do PDI
e suas relações com o contexto social
e econômico em que a instituição
está inserida.
- Articulação entre o PDI e o Projeto
Pedagógico Institucional (PPI) no que diz
respeito às atividades de ensino, pesquisa,
extensão, gestão acadêmica,
gestão institucional e avaliação
institucional.
- Existe uma formulação explícita
e clara dos objetivos e finalidades da instituição?
Descreva.
- Qual é o grau de conhecimento e apropriação
do PDI pela comunidade acadêmica?
- Existe coerência entre as ações
e práticas realizadas na instituição
e os propósitos formulados no PDI?
- Existem mecanismos para comprovar sua realização
efetiva, modificação e revisão?
Os dirigentes, docentes, técnicos administrativos
e os órgãos colegiados participam
dessas atividades?
- Há articulação entre o
PDI e o Projeto Pedagógico Institucional
no que diz respeito às políticas
de ensino, de pesquisa, de extensão, de
gestão acadêmica e administrativa
e de avaliação institucional? Explicite
as formas com que isso se concretiza.
- Qual é o perfil esperado dos ingressantes?
- Qual é o perfil esperado dos egressos
da instituição?
5.2
A política para o ensino, a pesquisa, a
pós-graduação, a extensão
e as respec-tivas normas de operacionalização,
incluídos os procedimentos para estímulo
à produção acadêmica,
as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades.
Tópicos a serem considerados:
a. Ensino
- Concepção de currículo
e organização didático-pedagógica
(métodos, metodologias, planos de ensino
e de aprendizagem e avaliação da
aprendizagem) de acordo com os fins da instituição,
as diretrizes curriculares e a inovação
da área.
- Práticas pedagógicas, considerando
a relação entre a transmissão
de informações e u-tilização
de processos participativos de construção
do conhecimento.
- Pertinência dos currículos (concepção
e prática), tendo em vista os objetivos
institucio-nais, as demandas sociais (científicas,
econômicas, culturais etc.) e as necessidades
individuais.
- Práticas institucionais que estimulam
a melhoria do ensino, a formação
docente, o a-poio ao estudante, a interdisciplinaridade,
as inovações didático-pedagógicas
e o uso das novas tecnologias no ensino.
b. Pesquisa
- Relevância social e científica
da pesquisa em relação aos objetivos
institucionais, tendo como referência as
publicações científicas,
técnicas e artísticas, patentes,
produção de teses, organização
de eventos científicos, realização
de intercâmbios e cooperação
com outras institui-ções nacionais
e internacionais, formação de grupos
de pesquisa, política de investigação
e polí-ticas de difusão dessas produções.
- Vínculos e contribuição
da pesquisa para o desenvolvimento local/regional.
- Políticas e práticas institucionais
de pesquisa para a formação de pesquisadores
(in-clusive iniciação científica).
- Articulação da pesquisa com as
demais atividades acadêmicas.
- Critérios para o desenvolvimento da pesquisa,
participação dos pesquisadores em
e-ventos acadêmicos, publicação
e divulgação dos trabalhos.
c. Extensão
- Concepção de extensão e
de intervenção social afirmada no
PDI.
- Articulação das atividades de
extensão com o ensino e a pesquisa e com
as necessi-dades e demandas do entorno social.
- Participação dos estudantes nas
ações de extensão e intervenção
social e o respectivo impacto em sua formação.
- Há um órgão institucional
responsável pela coordenação
das atividades e da política de extensão?
Explicite sua dinâmica de funcionamento.
- Há sistemáticas de avaliação
das atividades de extensão desenvolvidas
pela IES? Quais?
- As atividades de extensão desenvolvidas
estão integradas com as de ensino e pesquisa?
São coerentes com a missão da IES?
Descreva as formas de integração.
d. Pós-Graduação
- Políticas institucionais para criação,
expansão e manutenção da
pós-graduação lato e stricto
sensu.
- Política de melhoria da qualidade da
pós-graduação.
- Integração entre graduação
e pós-graduação.
- Formação de pesquisadores e de
profissionais para o magistério superior.
Obs. Os ítens relacionados à Pós-Graduação
serão avaliados quando da existência
dos mesmos.
5.3
- A responsabilidade social da instituição,
considerada especialmente no que se refere à
sua contribuição em relação
à inclusão social, ao desenvolvimento
econômico e social, à defesa do meio
ambiente, da memória cultural, da produção
artística e do pa-trimônio cultural.
Tópicos a serem considerados:
- Quais os critérios adotados pela instituição
para ampliar o acesso, inclusive os portado-res
de necessidades especiais?
- Quais as ações desenvolvidas pela
universidade no sentido da inclusão e assistência
a setores ou grupos sociais discriminados e/ou
sub-representados no interior de cada segmento
da comunidade universitária (professores,
estudantes e funcionários).
- A instituição contribui com a
criação de conhecimentos para o
desenvolvimento científico, técnico
ou cultural da nação?
- Quais as relações estabelecidas
pela instituição com o setor público,
com o setor produtivo e com o mercado de trabalho?
- Existem políticas institucionais de inclusão
de estudantes em situação econômica
desfavorecida? Quais?
5.4
- A comunicação com a sociedade.
Tópicos a serem considerados:
- Estratégias, recursos e qualidade da
comunicação interna e externa.
- Imagem pública da instituição
nos meios de comunicação social.
- Quais são os meios de comunicação
utilizados pela IES?
- A comunicação da instituição
é efetiva e comprometida com a missão
da IES? Como se manifesta?
- A comunicação interna da instituição
é freqüente? Quais os canais de comunicação
utilizados?
- Existe uma adequada comunicação
entre os membros da instituição?
- A informação entregue aos usuários
da instituição é completa,
clara e atualizada?
- A informação divulgada inclui
os aspectos que dizem respeito às atividades
da instituição (objetivos, recursos,
duração dos cursos, orientação
sobre a formação, regimentos sobre
admissão, titulação oferecida,
lista de currículos diretivos e docentes,
incentivos e bolsas para estudantes, valor da
mensalidade, serviços, procedimentos burocráticos
etc.).
- Existem mecanismos de comunicação
e sistemas de informação eficazes
para a coordenação dos diferentes
cursos/unidades?
5.5
- as políticas de pessoal, de carreiras
do corpo docente e corpo técnico-administrativo,
seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional
e suas condições de trabalho
Tópicos a serem considerados:
- Planos de carreira regulamentados para docentes
e funcionários técnico-administrativos
com critérios claros de admissão
e de progressão.
- Programas de qualificação profissional
e de melhoria da qualidade de vida de docentes
e funcionários técnico-administrativos.
- Clima institucional, relações
inter-pessoais, estrutura de poder, graus de satisfação
pessoal e profissional.
- Qual a relação entre a quantidade
de estudantes dos cursos e os recursos humanos
(docentes e técnicos-administrativos) existentes?
- O número de docentes e técnico-administrativos
é suficiente para responder aos objetivos
e funções da instituição?
- Existem mecanismos claros e conhecidos para
a seleção, contratação,
aperfeiçoamento e avaliação
do corpo docente e técnico-administrativo?
- A experiência profissional, a formação
didático-pedagógica dos docentes,
e a formação e experiência
profissional dos técnico-administrativos
permitem desenvolver com qualidade a missão
institucional?
- Existem instâncias que permitam conhecer
o grau de satisfação dos docentes
com as condições de trabalho, os
planos de estudos, os recursos e outros aspectos
vinculados com sua função?
- Existem instâncias que permitam conhecer
o grau de satisfação dos técnico-administrativos
com as condições de trabalho, os
recursos e outros aspectos vinculados com sua
função?
- Há instâncias que fomentam a qualificação
dos docentes e técnico-administrativos?
Existem incentivos e outras formas de apoio para
o desenvolvimento das suas funções?
- Existem políticas de assistência
e de melhoria da qualidade de vida dos técnico-administrativos?
- Existe integração entre os membros
da instituição e um clima institucional
de respeito?
5.6
- Organização e gestão da
instituição, especialmente o funcionamento
e repre-sentatividade dos colegiados, sua independência
e autonomia na relação com a mantene-dora,
e a participação dos segmentos da
comunidade universitária nos processos
decisó-rios
Tópicos a serem considerados:
- Existência de plano de gestão e/ou
plano de metas: adequação da gestão
ao cumpri-mento dos objetivos e projetos institucionais
e coerência com a estrutura organizacional
oficial e real.
- Funcionamento, composição e atribuição
dos órgãos colegiados.
- Uso da gestão e tomadas de decisão
institucionais em relação às
finalidades educati-vas.
- Uso da gestão estratégica para
antecipar problemas e soluções.
- Modos de participação dos atores
na gestão (consensual, normativa, burocrática).
- Investimento na comunicação e
circulação da informação
(privativa da gestão central ou fluida
em todos níveis).
- Existem, na Instituição, procedimentos
adequados e conhecidos para organizar e conduzir
os processos de tomada de decisões? Quais
são?
- A gestão está orientada para resultados
ou processos? Justifique.
- Existem na Instituição procedimentos
adequados e conhecidos para organizar e conduzir
os processos de tomada de decisões? Quais
são eles? Como funcionam?
5.7
- Infra-estrutura física, especialmente
a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação
Tópicos a serem considerados:
- Adequação da infra-estrutura da
instituição (salas de aula, biblioteca,
laboratórios, á-reas de lazer, transporte,
hospitais, equipamentos de informática,
rede de informações e outros) em
função das atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
- Políticas institucionais de conservação,
atualização, segurança e
de estímulo à utiliza-ção
dos meios em função dos fins.
- Utilização da infra-estrutura
no desenvolvimento de práticas pedagógicas
inovadoras.
- A quantidade de laboratórios é
adequada para as necessidades da instituição
em rela-ção aos cursos e a quantidade
dos estudantes?
- O espaço é suficiente para que
os estudantes desempenhem as atividades programadas?
- Qual o nível de funcionalidade dos laboratórios,
bibliotecas, oficinas,espaços experimentais?
- Qual o estado de conservação dos
laboratórios e bibliotecas e as carências
mais relevantes?
- Os equipamentos dos laboratórios são
adequados em quantidade e qualidade? Justifique.
- Quais são as características dos
laboratórios e bibliotecas quanto à
iluminação, refrigeração,
acústica, ventilação, mobiliário
e limpeza?
- A quantidade de postos na biblioteca e salas
de leitura é adequada às necessidades
dos usuários? Justifique.
- Os horários e calendário da biblioteca
respondem às necessidades dos estudantes
nos turnos oferecidos pela IES (diurnos e noturnos)?
Justifique.
- Os equipamentos da biblioteca têm a quantidade
e qualidade necessárias? Justifique.
- A organização dos materiais e
o volume de consultas e empréstimos são
adequados (Justifique)? São informatizados?
- Qual é a disponibilidade dos materiais
em relação à demanda?
- Qual é a disponibilidade da bibliografia
obrigatória ou recomendada em relação
à demanda?
- Qual o grau de satisfação dos
usuários com relação ao sistema
de acesso aos materiais e a sua consulta? Justifique.
- Qual é a satisfação dos
usuários com a quantidade, qualidade e
acessibilidade da bibliografia? Justifique.
- Qual é a satisfação dos
estudantes com os laboratórios e as bibliotecas
da IES? Justifique.
- Existem procedimentos claros para adquirir,
manter, revisar e atualizar as instalações
e recursos necessários?
- São suficientes a infra-estrutura, as
instalações e os recursos educativos?
Justifique.
- A instituição possui, em seu quadro
de pessoal, técnicos-administrativos necessários
para o uso e manutenção das instalações/infra
estrutura? Justifique.
- As instalações são adequadas
e adaptadas para os estudantes com necessidades
especiais? Justifique.
- Há locais de convívio disponíveis
aos discentes, docentes e funcionários
técnico-administrativos? Descreva-os.
- Há coerência entre as bibliotecas,
laboratórios, equipamentos de informática
e as práticas pedagógicas dos docentes?
Justifique.
5.8
- Planejamento e avaliação, especialmente
em relação aos processos, resulta-dos
e eficácia da auto-avaliação
institucional
Tópicos a serem considerados:
- Adequação e efetividade do (plano
estratégico) planejamento geral da instituição
e sua relação com o Projeto Pedagógico
Institucional e com os projetos pedagógicos
dos cursos.
- Procedimentos de avaliação e acompanhamento
do planejamento institucional, especi-almente
das atividades educativas.
- Existe um planejamento das atividades da instituição?
Como funciona?
5.9
- Políticas de atendimento aos estudantes
Tópicos a serem considerados:
- Políticas de acesso, seleção
e permanência de estudantes (critérios
utilizados, acom-panhamento pedagógico,
espaço de participação e
de convivência) e sua relação
com as políti-cas públicas e com
o contexto social.
- Políticas de participação
dos estudantes em atividades de ensino (estágios,
tutoria), I-niciação Científica,
Extensão, avaliação institucional,
atividades de intercâmbio estudantil.
- Mecanismos/sistemáticas de estudos e
análises dos dados sobre ingressantes,
eva-são/abandono, tempos médios
de conclusão, formaturas, relação
professor/aluno e outros estu-dos tendo em vista
a melhoria das atividades educativas.
- Acompanhamento de egressos e de criação
de oportunidades de formação continuada.
- Inserção profissional dos egressos.
- Participação dos egressos na vida
da Instituição.
5.10
- Sustentabilidade financeira, tendo em vista
o significado social da continui-dade dos compromissos
na oferta da educação superior
Tópicos a serem considerados:
- Sustentabilidade financeira da instituição
e políticas de captação e
alocação de recur-sos.
- Políticas direcionadas à aplicação
de recursos para programas de ensino, pesquisa
e extensão.
6.
METODOLOGIA DA AUTO-AVALIAÇÃO
Para
desenvolver o processo de auto-avaliação
institucional deverá ser aplicado o MASP
- Método de Análise e Solução
de Problemas, o qual prevê as seguintes
etapas:
a) Sondagem : observação do sistema,
coleta de dados e compilação dos
mes-mos. Neste momento será condicional
a participação de todos os envolvidos
nas diferentes ativi-dades da FAHOR (estudantes,
docentes, setor administrativo e de apoio, administradores),
onde deverá ser previsto reuniões,
entrevistas, seminários, respostas ä
questionários específicos, en-tre
outras atividades que deverão ser elaboradas
pela comissão de avaliação.
b) Diagnóstico: Análise dos dados
comparando com padrões estabelecidos pela
legislação, pelo projeto institucional
da FAHOR e também com as expectativas da
comunidade acadêmica:
b) Plano de ação: A partir do diagnóstico
situacional, elaborar o plano de ação
uti-lizando a ferramenta 4Q1POC. Conforme cada
objetivo, estabelecer o planejamento de ações
respondendo as questões: O Quê fazer,
Quem deverá ser responsável e envolvidos,
Quando fa-zer, Quanto custa, Por quê fazer?
Onde? Como?
c) Execução das ações
planejadas
d) Verificação e checagem de dados:
Comparar dados anteriores a ação
plane-jada e após a execução,
verificando se houve suprimento dos objetivos
estipulados;
e) Padronização de ações
quando necessário;
f) Reestruturação dos planejamentos,
se necessário.
Como instrumentos de para coleta de dados serão
utilizados: entrevistas, questionários,
grupos focais e outros que forem considerados
relevantes.
7.
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
Entendendo
que o processo de avaliação é
complexo e demanda de reflexões, re-estruturações
e principalmente recursos financeiros, propõe-se
o seguinte cronograma de implementação:
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CRONOGRAMA
DE IMPLEMENTAÇÃO
AUTO-AVALIAÇÃO
Etapa Atividades Período final
Preparação Constituição
da CPA Junho 2004
Planejamento - elaboração do Projeto
de Avaliação Institucional Março
2005
Sensibilização Março 2005
Desenvolvimento Sensibilização por
área Abril 2005
Elaboração do regulamento da CPA
Abril 2005
Realização de seminários
para apresentação do SINAES, do
Projeto de Avaliação Maio 2005
Sistematização das demandas Maio
2005
Composição dos grupos de trabalho
Maio 2005
Elaboração dos instrumentos de avaliação
Junho 2005
Aplicação dos instrumentos de avaliação
Julho 2005
Elaboração dos relatórios
parciais Setembro 2005
Organização e discussão dos
resultados Setembro 2005
Consolidação Elaboração
do relatório final Outubro 2005
Divulgação Outubro 2006
Balanço Crítico Novembro 2006
AVALIAÇÃO EXTERNA
Avaliação externa Abril 2007
Horizontina,
31 de março de 2005.
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